Antropologia


Batemos um papo com a Elisa Silveira Cardoso, estudante do 5º período de Antropologia, que conta um pouco sobre esse curso lindo e sua experiência como bolsista de desenvolvimento acadêmico.

 O CURSO
O curso de Antropologia, durante os dois primeiros anos, foi de uma vivência construtiva para minha até então formação. Ao entrar, me deparei com um novo mundo de possibilidades, onde o curso me possibilita um leque de caminhos, informações, dispositivos e questões sociais, para não dizer além. Já no 5º período, posso dizer que é visível meu crescimento, minha interpretação e meu acolhimento nas questões que me cercam. Abriu-me portas e aflorou minha sensibilidade.

 EXPERIÊNCIA COM A BOLSA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO

A bolsa me ajudou em primeiro plano no aspecto financeiro, pois não tenho condições de ficar sem esse recurso. Em segundo plano, me fez evoluir radicalmente, principalmente por ter pego uma pesquisa com uma excelente professora e pessoa. Há um ano, tive a possibilidade de iniciar como pesquisadora, em um projeto sobre Turismo e Museu. A pesquisa é de um saber maravilhoso, novo e ainda pouco vivido por mim. Mas digo que é de um interesse incalculável, carregado de pessoas interessadas e de uma professora (Doutora Karla Estelita Godoy) que nos abre portas, caminhos e nos deixa inteiramente livres para produzir.

 CONSELHOS PARA QUEM DESEJA SEGUIR ANTROPOLOGIA

Meu único conselho é levar consigo, não apenas para o curso, mas para a vida, aquilo que chamo, hoje, pilares de formação. Humildade, discernimento, compartilhamento, amor e controle seriam algumas das palavras-chave. “Por fim, poucos são os que compreendem que o conhecimento é efêmero, e a interpretação, ‘eterna’.”

Nós amamos esta entrevista. Se deseja saber um pouco mais sobre as bolsas de desenvolvimento acadêmico acesse http://bit.ly/2p5uamj

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